Caso Orelha: Ministério Público de Santa Catarina recebe inquérito que pede internação provisória de um adolescente

  • 04/02/2026
(Foto: Reprodução)
Polícia envia investigação do cachorro Orelha ao MP de Santa Catarina A Polícia Civil de Santa Catarina entregou ao Ministério Público a conclusão das investigações de maus-tratos contra os cachorros Orelha e Caramelo. A polícia afirma que o ataque violento ao cão Orelha aconteceu na manhã de 4 de janeiro, e que ele morreu no dia seguinte. O relatório do veterinário diz que o animal sofreu uma pancada na cabeça. Segundo a polícia, pode ter sido por um chute ou outro objeto. Inicialmente, a investigação apontou quatro adolescentes como suspeitos. Mas, depois de analisar mais de mil horas de imagens, ouvir testemunhas e analisar provas, os policiais descartaram a participação de três deles. Ainda segundo as investigações, o jovem suspeito se contradisse no depoimento. Ele contou que tinha ficado na área da piscina do condomínio, mas as câmeras mostram ele indo para a praia junto com uma amiga pouco antes do horário das agressões. A polícia afirmou ainda que, mesmo sem haver um vídeo do momento dos maus-tratos ao cão Orelha, detalhes da investigação ajudaram a concluir pela participação do adolescente, como a identificação de um boné rosa e de um moletom usados por ele no dia da agressão. As peças foram apreendidas no dia em que o jovem voltou ao Brasil de viagem. “Chamou atenção que um familiar tentou esconder um boné rosa na sua bolsa particular. Também durante a revista da mala desse adolescente, esse mesmo familiar apresentou comportamento suspeito ao falar que esse moletom teria sido adquirido na viagem. Depois, também nas oitivas, o adolescente confirmou que já tinha adquirido anteriormente”, diz Mardjoli Valcareggi, delegada da Delegacia de Proteção Animal de Florianópolis. “Ele se confundiu, mas em nenhum momento ele mentiu. É uma coisa totalmente diferente. Os indícios são fracos, inconsistentes e, por isso, nós precisamos esclarecer os pontos divergentes, até com uma certa estranheza, para poder esclarecer os fatos da maneira mais célere e que a verdade venha à tona”, diz Alexandre Kale, advogado de defesa. Caso Orelha: Ministério Público de Santa Catarina recebe inquérito que pede internação provisória de um adolescente Jornal Nacional/ Reprodução Nesta quarta-feira (4), o Ministério Público de Santa Catarina recebeu o inquérito que pede a internação provisória do adolescente. Agora, a 10ª Promotoria da Infância e Juventude de Florianópolis vai analisar a investigação. O caso tramita em segredo de Justiça por envolver adolescentes. A polícia também encaminhou ao Ministério Público a investigação sobre as agressões ao cão Caramelo. Segundo as investigações, quatro adolescentes têm envolvimento no caso, que aconteceu em outro dia. O Jornal Nacional não teve acesso aos nomes das defesas deles. O Ministério Público não tem prazo para decidir se representa os cinco jovens ou não. LEIA TAMBÉM Contradições e uso de moletom: os 10 pontos que ajudaram a polícia a concluir a investigação do cão Orelha Caso Orelha: ‘Se eu tivesse visto batendo no cachorro, eu diria’, diz porteiro Veterinário que atendeu cão Orelha descarta acidente: 'Foi uma agressão'

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/02/04/caso-orelha-ministerio-publico-de-santa-catarina-recebe-inquerito-que-pede-internacao-provisoria-de-um-adolescente.ghtml


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