'Irã é governado por lunáticos fanáticos religiosos', diz secretário de Trump ao defender ação militar

  • 03/03/2026
(Foto: Reprodução)
Trump diz que 'praticamente tudo foi destruído no Irã' O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, fez uma defesa veemente da operação militar do país no Irã, dizendo que a decisão tomada pelo presidente Donald Trump de atacar foi correta e que o "mundo será um lugar mais seguro" quando o governo americano chegar a seu objetivo, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (3). "O presidente disse: 'Este é o momento de maior fragilidade que eles já tiveram. Se não os atacarmos agora, daqui a um ano, daqui a um ano e meio, ninguém conseguirá atingi-los'... Ele não queria correr o risco de sermos atacados antes que pudéssemos atacá-los, porque, além de custar vidas, isso prejudicaria a eficácia da nossa operação", argumentou. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe a cobertura sobre o conflito em tempo real Rubio também reforçou o discurso do presidente, dizendo que, apesar de negar, o governo iraniano tem a ambição de ter uma arma nuclear e que seu arsenal de mísseis e drones, usados para o terrorismo, devem ser destruídos. "Deixe-me explicar isso para vocês em inglês simples, ok? O Irã é governado por lunáticos — lunáticos fanáticos religiosos. Eles têm a ambição de possuir armas nucleares. Eles pretendem desenvolver essas armas nucleares por meio de um programa de mísseis, drones e terrorismo", declarou. O secretário garantiu que os EUA não decidiram iniciar o confronto por causa de Israel, mas aproveitaram a oportunidade da ofensiva em conjunto para garantir a vitória: "Em resumo: o Presidente determinou que não seríamos os primeiros a ser atacados. É simples assim, pessoal. Não vamos colocar tropas americanas em perigo". O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fala com repórteres no dia das reuniões informativas confidenciais para o Senado e a Câmara dos Representantes dos EUA sobre a situação no Irã REUTERS/Elizabeth Frantz Trump diz que ataques mataram lideranças que poderiam assumir o Irã O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (3) que sua ofensiva no Irã em parceria com Israel destruiu "praticamente tudo" no país do Oriente Médio e anunciou que uma nova onda de ataques ocorrerá "em breve". "Praticamente tudo foi destruído no Irã", declarou Trump durante conversa com jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, após reunião com o chanceler alemão, Friedrich Merz. Trump afirmou querer "alguém de dentro" do regime dos aiatolás para assumir o controle do país, mas que "a maior parte das pessoas que tínhamos em mente (para assumir) morreram". “A maioria das pessoas que tínhamos em mente está morta. E temos outro grupo. Eles também podem estar mortos, segundo relatos. Então teremos uma terceira onda, e muito em breve não vamos conhecer ninguém", afirmou. O presidente norte-americano reforçou que a ofensiva continuará pelas próximas semanas, com lançamento de mísseis e drones, e endossou novamente sua decisão de bombardear o Irã: "Eu ataquei porque achei que eles atacariam antes", disse. O chanceler alemão, Friedrich Merz, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante conversa no Salão Oval da Casa Branca, em 3 de março de 2026. Jonathan Ernst/ Reuters Encontro com Merz O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu o chanceler alemão Friedrich Merz na Casa Branca nesta terça-feira (3) e disse que conversariam sobre a guerra, acrescentando que o líder alemão "tem ajudado". "Eles [Alemanha] estão nos permitindo desembarcar em certas áreas, e nós agradecemos, e eles estão apenas nos deixando confortáveis", disse Trump, acrescentando que não está pedindo que a Alemanha envie tropas terrestres. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Merz partiu de Berlim para Washington no mesmo dia em que a Alemanha e a França anunciaram planos para aprofundar a cooperação em matéria de dissuasão nuclear -, mais uma medida dos europeus para se adaptarem às mudanças na relação transatlântica em meio às ameaças contínuas da Rússia e à temida instabilidade ligada ao conflito com o Irã. O chanceler alemão foi o primeiro líder europeu a visitar Washington após os ataques ao Irã – que bloquearam uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo e mergulharam o setor aéreo global no caos. Inicialmente prevista para se concentrar no comércio, a reunião será ofuscada pelo ataque conjunto dos EUA e de Israel que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros líderes iranianos no fim de semana. No domingo, Merz não criticou os ataques aéreos dos EUA, mas também não chegou a endossar a operação, que, segundo críticos de Trump, foi realizada sem justificativas suficientes e sem o respaldo legal necessário no direito internacional.

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/03/ira-e-governado-por-lunaticos-fanaticos-religiosos-diz-secretario-de-trump-ao-defender-acao-militar.ghtml


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