Justiça estipula fiança de R$ 16 mil a motorista que colidiu e causou morte de entregadora em Belém
30/04/2026
(Foto: Reprodução) Família e amigos se despedem de entregadora que morreu em acidente
O motorista Henrique Leonardo de Souza Pamplona teve fiança estipulada em de R$ 16,2 mil na noite quarta-feira (29) pela Justiça em audiência de custódia. Ele é investigado por homicídio culposo no trânsito suspeito de atropelar e matar a entregadora por aplicativo Aline Galvão Simões, de 38 anos, no bairro Umarizal, em Belém.
Na decisão, o juiz Lucas do Carmo de Jesus estipulou o valor equivalente a 10 salários mínimos. Entre as medidas cautelares, Pamplona fica proibido de sair de Belém por mais de 8 dias sem autorização judicial. O g1 tentou contato, mas a defesa dele não atendeu ligações até a última atualização da reportagem.
Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que Henrique Pamplona "encontra-se sob custódia do sistema prisional estadual, à disposição da Justiça" e "esclareceu que questões relacionadas à situação jurídica do custodiado, incluindo eventual pagamento de fiança ou expedição de alvará de soltura, devem ser tratadas diretamente com o Poder Judiciário".
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O atropelamento que matou Aline Simões ocorreu na madrugada de quarta-feira (29), no cruzamento da Travessa 14 de Março com Rua Bernal do Couto, no Umarizal. Segundo a Polícia Militar, Pamplona trafegava em alta velocidade, avançou o sinal vermelho e colidiu com a moto da vítima.
Aline não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O impacto atingiu pelo menos quatro veículos estacionados. O motorista foi preso em flagrante e o teste do bafômetro deu positivo para álcool.
Amigos e familiares participaram do velório de Aline Simões na quarta-feira (29). O corpo foi sepultado na tarde desta quinta (30) em um cemitério particular de Marituba, na região metropolitana de Belém.
Identificada como Aline, mulher trabalhava como entregadora por aplicativo e morreu no local do acidente.
Reprodução / Redes sociais
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