Unimed Teresina realiza procedimento inédito no Piauí na prevenção de arritmias

  • 06/02/2026
(Foto: Reprodução)
Equipe médica responsável pela cirurgia inédita no Piauí. Unimed Teresina A Unimed Teresina protagonizou um marco histórico para a cardiologia do Piauí ao viabilizar, no dia 30 de janeiro de 2026, no Hospital Unimed Primavera (HUP), o primeiro implante de um cardiodesfibrilador implantável (CDI) subcutâneo no estado. A técnica, considerada uma das mais avançadas na prevenção da morte súbita por arritmias cardíacas, representa um avanço expressivo ao oferecer proteção eficaz sem a necessidade de introduzir eletrodos no interior do coração, reduzindo riscos e ampliando a segurança para pacientes criteriosamente selecionados. O procedimento foi realizado em um paciente idoso, cooperado da Unimed Teresina, portador de cardiopatia isquêmica e com histórico de infarto prévio, que já utilizava um CDI convencional desde 2015. Com o passar dos anos, o sistema evoluiu com disfunção dos cabos eletrodos, situação que tornava necessária uma decisão clínica cuidadosa. A retirada completa do dispositivo antigo implicaria um procedimento de extração complexo, com risco potencial de complicações graves. Diante desse cenário, a equipe médica optou por uma estratégia mais segura: manter o sistema antigo desativado e implantar um novo CDI subcutâneo, capaz de oferecer a mesma proteção contra arritmias fatais, sem expor o paciente a riscos adicionais. Para o médico cardiologista cooperado da Unimed Teresina, Carlos Eduardo Lima (CRM: 4335), responsável pelo procedimento, a realização do primeiro implante de CDI subcutâneo no Piauí representa um divisor de águas para a saúde cardiovascular no estado. “Tudo o que avança no sentido de prevenir a morte cardiovascular tem um impacto direto na qualidade do cuidado prestado aos pacientes. A mortalidade cardiovascular ainda responde por uma parcela significativa das mortes por todas as causas, e a morte súbita por arritmia é uma das principais responsáveis por esse cenário. O CDI é uma ferramenta consagrada na prevenção desses eventos, e o modelo subcutâneo surge como uma evolução natural dessa tecnologia”, explica. A técnica é indicada para casos bem definidos, como pacientes com histórico de infecções sistêmicas recorrentes, trombose venosa, doença renal crônica em diálise, uso prolongado de cateteres ou impossibilidade de acesso venoso adequado. Também pode ser considerada para pacientes que não necessitam de estimulação cardíaca por marca-passo, uma vez que o CDI subcutâneo tem como função principal reconhecer e tratar arritmias cardíacas malignas, responsáveis pela morte súbita. No caso do primeiro paciente beneficiado no Piauí, a decisão pelo CDI subcutâneo reuniu critérios técnicos, clínicos e humanos. “Esse paciente tinha dois cabos eletrodos disfuncionantes. A extração desses cabos, além de ser um procedimento de alto custo e alta complexidade, carrega um risco, ainda que pequeno, de mortalidade. Optar por não manipular o sistema antigo reduziu significativamente esses riscos. O novo implante foi menos invasivo, tecnicamente seguro e plenamente eficaz para o perfil arrítmico do paciente”, detalha o Dr. Carlos Eduardo Lima. O procedimento foi bem-sucedido, sem intercorrências, com alta hospitalar em 24 horas. No acompanhamento pós-operatório, o paciente evolui de forma positiva, sem queixas ou complicações, reforçando a segurança da técnica e a adequação da escolha terapêutica. Para o médico Pedro Yuri, especialista em arritmologia e eletrofisiologia, com formação em São Paulo e no Canadá, a adoção do CDI subcutâneo representa um avanço importante na forma de cuidar do paciente com risco arrítmico. “O CDI subcutâneo representa a melhor técnica possível para oferecer o melhor tratamento ao paciente, dentro de critérios bem definidos de indicação. O fato de o sistema ser completamente extravascular reduz de maneira significativa os riscos de complicações a longo prazo. É uma alternativa segura, eficaz e respaldada por estudos científicos robustos”, destaca o médico, que também participou do procedimento inédito na Unimed Teresina. A técnica é considerada uma das mais avançadas na prevenção da morte súbita por arritmias cardíacas. Unimed Teresina O papel da Unimed Teresina na viabilização do procedimento Procedimento foi realizado no Hospital Unimed Primavera (HUP). Unimed Teresina A realização do primeiro implante de CDI subcutâneo no Piauí só foi possível graças ao investimento da Unimed Teresina em tecnologia, estrutura e qualificação profissional. Ao apoiar a incorporação de procedimentos de alta complexidade, a cooperativa reafirma o compromisso com a excelência assistencial e com a oferta de tratamentos modernos a todos os beneficiários e pacientes do Hospital Unimed Primavera. “Esse avanço reforça o papel da Unimed Teresina como uma instituição que não apenas acompanha a evolução da medicina, mas que atua ativamente para trazer essas inovações para a realidade local. O paciente é cooperado de longa data e pôde realizar um procedimento de ponta aqui mesmo no estado, com segurança e qualidade”, ressalta o Dr. Carlos Eduardo Lima. Além de beneficiar diretamente os pacientes, a iniciativa fortalece o sistema de saúde regional, reduz a necessidade de deslocamentos para outros centros e consolida uma equipe médica local capacitada para realizar procedimentos cada vez mais complexos. Expectativas para o futuro A experiência bem-sucedida do primeiro implante de CDI subcutâneo no Piauí abre caminho para que essa tecnologia passe a integrar, de forma progressiva, as opções terapêuticas disponíveis no estado. A expectativa da equipe médica é que, a partir desse primeiro passo, outros pacientes com indicação adequada possam se beneficiar do procedimento, ampliando o acesso a tratamentos modernos e menos invasivos. Para os especialistas, o futuro do tratamento das arritmias cardíacas caminha para soluções cada vez mais seguras, personalizadas e centradas no paciente. “Dar o primeiro passo é fundamental. A partir dessa experiência, o CDI subcutâneo passa a ser uma alternativa real no nosso estado. Com equipe treinada, estrutura adequada e o apoio da Unimed Teresina, teremos condições de oferecer essa tecnologia a um número crescente de pacientes que realmente se beneficiem dela”, conclui o Dr. Carlos Eduardo Lima.

FONTE: https://g1.globo.com/pi/piaui/especial-publicitario/unimed-teresina/sos-unimed/noticia/2026/02/06/unimed-teresina-realiza-procedimento-inedito-no-piaui-na-prevencao-de-arritmias.ghtml


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